Não consigo ser sozinho.
Por isso sempre me pego sendo levado nos ombros de um outro alguém
nesse barco hora me machuco, porque a corredeira é forte, hora caio dele.
mas sempre me ponho a navegar.
não que seja fácil, mas ainda pior é tentar entender porque velejo tanto e nunca chego onde queria.
será não que escolhi o rio certo ou simplesmente estou remando na direção errada?

1 comentários:

Clara Alves 27 de novembro de 2011 08:41  

que saudade das suas palavras, espero relê-las em breve.

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Só me sinto digno das minhas asas, se puder fazer os outros voarem.