Já puderam ver como nasce uma árvore?…
É acredito que a resposta seja a mesma da minha “Não, infelizmente, não me lembro quando estava plantado”. Estive pensando em o que eu realmente já vi nascer durante este pouco tempo que estou presente nesse mundo que dividimos tanto e participamos de tão pouco. E notei que nunca tive uma percepção muito boa para ver quando algo nasce, quando vejo, aquilo já me toma de assalto e me inunda, como uma barragem que se rompe e sai lavando a alma da terra.
Digo isso por reparar um novo nascimento, alias, pra falar a verdade. Já está ficando até "velinho”. Isso explica-se com a seguinte frase.
“Não é preciso ser velho para sentir o tempo – Ismael Caneppele”.
Hoje me dei conta do nascimento de uma flor, exótica e cheia de cores, cores exatas para falar a verdade. “Cores de Frida Kahlo, Cores”. Essa flor é dona de uma simplicidade tão complexa que é impossível não se fascinar e literalmente ficar se deleitando com as histórias e a forma na qual ela encanta todos que estão ao seu redor.
Dessa flor, sugiram outras duas, que tenho o prazer de estar perto sempre, uma delas, inclusive consegue me encantar de forma tão majestosa que se tona uma presença necessária. Afinal, uma dessas flores foi a única que me fez ouvir os sinos tocarem. Mas hoje não vou falar do nascimento de um amor entre homem e mulher, e sim da fascinação de um espectador.
Meus caros, lhes digo. Se existe alguém cativante, por simplesmente ser. Ela é o maior exemplo disso, diariamente a gente se encanta com pessoas que sabem fazer coisas magnificas outras que sabem dizer palavras belas, mas dificilmente encontramos uma pessoa que nos fascina simplesmente por ser. E é pensando nisso, nessa simples ausência de esforço de ser cativante que lhes confesso.
Estou perdidamente encantado por uma mulher que conseguiu gerar, cuidar, Educar Sem Violência a moça que hoje tenho a enorme felicidade de te-la ao meu lado. Sou grato por ter um pedaço dela comigo, e por poder acompanhar sua história tão cheia das mais diversas cores.

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