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Ilex Paraguariensis
Como tentar o suicídio ou amar uma mulher
Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como lutar pelo poder
Lutar como puder”
Feminismo
“Tudo o que diminui e reprime
alguém deve ser combatido. Somos felizes livres, não presos. Machismo tem de
ser coisa do passado” – Entrevista que dei para o sita da UFG na marcha das
vadias http://www.ufg.br/page.php?noticia=7729Demasiadamente
E quando arruma teus cabelos, trança fitas de Sol, mi, fá e Si.
Apelo para adjetivos incomuns, para comparações difíceis de explicar. Mas como já dizia o poeta:
Ser capaz de quando disser frases como
Então, de agora em diante vai funcionar assim, deixo um de lado a poesia (ou a tentativa delas) e declamo pra você tudo que me vem à cabeça. Digo o quanto seu cabelo mal amarrado está lindo, que a sua roupa mal passada está incrivelmente destacando teu belo corpo, que suas unhas ruídas e seus dedos machucados são os que sabem fazer um ótimo carinho (quando querem), que sua boca (sem aparelho) tem o formato perfeito para se encaixar na minha, que as pernas fortes que além de sustentar uma linda mulher também me prendem a atenção. Abandono a figura de meloso se você abandonar a modéstia e aceitar meus elogios.
És dona do sorriso mais belo que já vi! E isso não se contesta. Tens uma beleza encantadora que me prende sem esforço. E por fim és a flor mais bela que um dia já colhi.
Ps: Me perdoe os erros e a falta de poesia minha íngua, mas tudo aqui é sincero e de coração, para a dona do mais belo sorriso.
Dave Matthews Band - You & Me
Nunca fui bom
nesse negócio
chamado vida
mas o tempo
entre um poema e outro
me ensinou algumas coisinhas
Paulo Leminski
“De tanto ouvir canções, passei a acreditar que a vida também é uma. Procuro a harmonia, espero o refrão, ergo os braços segurando um esqueiro imaginário… Acho que mereço um solo, de tanto ouvir canções.
Tenho ciúmes do Elton John, pois ele cantou uns olhos azuis que acho que são dela. Eu sei, eu sei, ele nem é chegado nisso e a música nem é tudo aquilo. De tanto ouvir canções, passei a acreditar.” – Livro: Mapas do Acaso; pag:33.
Saudade do Mar
“O Mar quando quebra na praia é bonito, é bonito!”
Desde muito pequeno, minha Mãe sempre teve uma preocupação que eu nunca entendi, ela sempre dizia: “Filho meu, tem que ser um exímio nadador !”. E foi assim que comecei a virar peixe, lembro das primeiras braçadas tímidas, dos primeiros goles de água da piscina, da pranchinha de isopor que eu agarrava com tanta força por medo de me afogar.
O tempo foi passando e as piscinas foram se tornando meu habitat natural, eu sentia um prazer inigualável em acordar cedinho, pegar minha mochila e ir nadar. Me sentia um privilegiado em poder nadar de costas e ainda ver a lua indo embora em quanto o sol estava lá, todo poderoso tomando seu lugar de direto durante o dia. Me sentia mais feliz quando mergulhava e ficava lá em baixo até não aguentar mais e ser obrigado a voltar para a superfície.
Aprendi que na vida, tudo se lava. Inclusive nossos pesares, se por acaso tinha algum problema, era só até o primeiro pulo, dali em diante tudo saia feito mágica. O tempo foi passando, e como é de imaginar, minhas inundações também, fui perdendo a chance de ser peixe. E minha mãe, orgulhosa. “Meu filho se tornou um ótimo nadador, não vai mais correr o risco de se afogar”. Que pena mãe, o que eu queria mesmo era poder me inundar sempre que eu quisesse, quero o exagero do mar, as ondas que chegam sem pedir licença e nos levam pra onde quiserem. A calmaria do lago não me completa por muito tempo, prefiro ser transbordado do que simplesmente “molhar os pés”.
Não mergulho pensando “volto já”, não entro na água se não for para me afogar, se é para nadar, então que seja de verdade seja nos excessos do mar.



